BNRJ realiza segunda fase do Sistema COMBATIVES – Defesa Pessoal Militar

BNRJ realiza segunda fase do Sistema COMBATIVES – Defesa Pessoal Militar

A Base Naval do Rio de Janeiro (BNRJ) realizou a segunda fase de implementação do Sistema COMBATIVES – Defesa Pessoal Militar. Após a realização de três turmas do nível I, sendo uma exclusiva de militares femininas, foi iniciada a fase nível II, que visa formar monitores e instrutores do Sistema.

Primeiro-Sargento (PL) Erasmo Carlos Gomes Silva durante instrução
Primeiro-Sargento (PL) Erasmo Carlos Gomes Silva durante instrução

A matriz curricular contemplou aulas de treinamento funcional de combate; quedas e rolamentos; luta corpo a corpo em solo; técnicas de socos e chutes; luta corpo a corpo em pé; defesa de ataques de facas; defesa de pauladas; desarmes de armas de fogo curtas; técnicas relativas ao uso de algemas, uso diferenciado da força e imobilizações táticas militares.

O instrutor, Primeiro-Sargento (PL) Erasmo Carlos Gomes Silva, já esteve por sete anos como titular da disciplina defesa pessoal militar do Curso Especial de Mergulhadores de Combate, Curso de Aperfeiçoamento de Mergulho de Combate para Oficiais, dois anos como instrutor do Curso Especial de Comandos Anfíbios e instrutor da disciplina de Defesa Pessoal Militar do Curso Especial de Patrulha Naval.

Durante esse período, o Sargento representou a Marinha do Brasil ministrando instruções na África, e durante suas aulas na cidade de Duala, República de Camarões, teve seu primeiro contato com militares das forças especiais estadunidenses conhecedores do Sistema COMBATIVES, e lá nasceu, então, sua intenção de implementar o sistema adaptado na Marinha do Brasil.

Alunos da turma nível II do Sistema COMBATIVES – Defesa Pessoal Militar
Alunos da turma nível II do Sistema COMBATIVES – Defesa Pessoal Militar

O curso COMBATIVES se tornou um dos treinamentos mais procurados por militares da Base, atraindo, inclusive, o interesse de outras organizações militares do complexo. O principal objetivo do curso é aumentar o nível da qualificação de Oficiais e Praças em técnicas de defesa pessoal militar e, consequentemente, a segurança pessoal dos militares, além da segurança interna do Complexo Naval do Mocanguê.

(CCSM/ FM)

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