Civis e militares prestigiam a substituição da Bandeira Nacional

Civis e militares prestigiam a substituição da Bandeira Nacional

Brasília (DF) – No domingo, 10 de maio, houve a cerimônia de substituição da Bandeira Nacional, presidida pelo Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, na Praça dos Três Poderes. Autoridades diplomáticas estrangeiras, oficiais-generais e diversos convidados prestigiaram o evento e visitaram uma exposição de material militar montada no local.

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A Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal revezam-se na coordenação e na execução dessa cerimônia, que ocorre desde 1973.

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Esta é a maior bandeira hasteada do mundo, com 286 m2, segundo o Livro Guinnessdos Recordes. O mastro, de 100 metros de altura, foi projetado pelo arquiteto Sérgio Bernardes.

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Após a substituição da Bandeira Nacional, o coral do Colégio Militar de Brasília fez uma homenagem a todas as mães presentes e cantou “Ai Que Saudade D’Ocê”, canção composta por Vital Farias e interpretada por Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, dentre outros.

“Forças Especiais”

No gramado do Congresso Nacional, em frente à Praça dos Três Poderes, uma mostra de material empregado por um Destacamento de Operações Especiais chamou atenção do público. Armamentos, uniformes, materiais de apoio e um pequeno Posto de Descontaminação foram expostos à visitação.

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A barraca mais concorrida foi a de armamentos. Nela, o Subtenente Suderland, do 1º Batalhão de Forças Especiais, apresentava informações preliminares sobre o uso do material. “Aqui temos os principais armamentos utilizados por um Destacamento de Operações. Temos os fuzis calibre .50 antimaterial que são capazes de acertar um alvo de grande porte, como um veículo ou uma aeronave em solo, a 3800 metros. Já os fuzis 7,62 mm antipessoal têm alcance de até 1800 metros”, explicou o Subtenente Suderland.

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Enquanto visitavam a exposição, algumas mães teceram comentários e estabeleceram um paralelo entre as Forças Especiais do Exército e a “Força Especial” que as mães precisam ter em seus cotidianos. Para a Tenente Caroline, do Hospital Militar de Área de Brasília, mãe de dois filhos, “a ‘Força mais Especial’ que a mãe precisa ter é a sabedoria. Não concordo com a frase que diz que ser mãe é padecer no paraíso. Para mim, é só alegria, é dádiva mesmo”, exclamou a Tenente Caroline.

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Já a senhora Tereza Cristina Guimarães, mãe do Edgar, de 13 anos, e da Lorenza, de 9, ser mãe é ter “Força Especial”. “Acho que a mãe é a que tem mais força em seu trabalho diário… mas é gratificante. A gente faz tudo com todo carinho e todo amor, buscando levar os nossos filhos a aprender boas regras, a ter uma boa conduta moral” comentou Dona Tereza, ao acompanhar os filhos na substituição da Bandeira Nacional.

(CCOMSEX/ FM)

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