Comando do 6º Distrito Naval celebra o 151º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo

Comando do 6º Distrito Naval celebra o 151º aniversário da Batalha Naval do Riachuelo

A cerimônia em comemoração aos 151 anos da Batalha Naval do Riachuelo, Data Magna da Marinha, movimentou a manhã do dia 10 de junho em Ladário (MS). Entre autoridades militares e civis presentes em frente ao pórtico do Complexo Naval de Ladário, os trajes anunciavam a importância da cerimônia em comemoração a um dos maiores trunfos da Marinha do Brasil na história de guerras que envolveram o País.

6 Distrito Naval
Desfile Militar em comemoração à data em Ladário (MS)

A solenidade foi presidida pelo Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Petronio Augusto Siqueira de Aguiar. Após recepção, ocorreu o canto do Hino Nacional e a passagem em revista à Guarda de Honra.

Em seguida foi lida a Ordem do Dia do Comandante da Marinha, assim como a mensagem do Vice-Presidente da República, em exercício da Presidência da República. A salva de tiros coroou o clima de comemoração pela vitória de tempos longínquos, mas de valores atemporais de coragem, moral e ética que moldam todos aqueles que servem à Pátria. Em reverência aos heróis da Batalha Naval do Riachuelo, foram içados no mastro principal os mesmos sinais que o Almirante Barroso mandou hastear no mastro da Fragata “Amazonas”, na manhã do dia 11 de junho de 1865.

Durante a cerimônia, foi realizada ainda a imposição de medalhas da Ordem do Mérito Naval. Cinco militares e uma personalidade civil foram agraciados, como prêmio por terem se distinguido no exercício de sua profissão e por terem prestado relevantes serviços à Marinha. Por fim, os presentes acompanharam o desfile militar.

O Contra-Almirante Petronio destacou as palavras do Comandante da Marinha, que indicam a necessidade do debate sobre os problemas de defesa do País. “O tempo passou e as ameaças mudaram, mas não deixaram de existir, nem de ser sentidas por nós. Rememoramos a Batalha Naval anualmente, mas o debate sobre questões de defesa precisa ser tratado de maneira contínua”.

(CCSM/ FM)

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