Desporto Militar incentiva práticas esportivas e destaca atletas

Desporto Militar incentiva práticas esportivas e destaca atletas

O ano de 2019 foi recheado de conquistas para o Departamento de Desporto Militar (DDM) do Ministério da Defesa. Marcado pela realização dos Jogos Mundiais Militares, organizados, a cada quatro anos, pelo Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), antecedendo o ano olímpico, foi um ano de vitórias não somente para o desporto de alto rendimento, mas também para o esporte de base, na sua missão de inclusão social e de fortalecimento da soberania nacional. E isso ocorre por meio do Programa Forças no Esporte (PROFESP) e de sua vertente, o Projeto João do Pulo (PJP).

Na 7ª edição dos Jogos Mundiais Militares, que reuniu 109 nações em Wuhan, na China, no mês de outubro, o TIME MILITAR BRASIL conquistou 88 medalhas e o 3º lugar geral da competição, atrás dos anfitriões chineses, com 239 no total, e dos russos, com 161. Foram 21 ouros, 31 pratas e 36 bronzes e a certeza da missão cumprida, ao conquistar o objetivo de manter o Brasil entre as três maiores potências esportivas militares do mundo.

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Nos Jogos Pan-Americanos de Lima, no Peru, realizados alguns meses antes, os militares atletas também mostraram toda a sua força. O Brasil fechou a edição de 2019 na segunda posição do quadro geral de medalhas, com 171 conquistas, atrás somente dos Estados Unidos, que obteve 293. Desse total, 54,39% foram conquistadas por integrantes do Programa Atletas de Alto Rendimento (PAAR) das Forças Armadas, que competiram pelo Time Brasil.

O Time Brasil levou 485 atletas para Lima, sendo que desses, 138 eram militares. Atletas de ponta que envergam não só a farda, mas a determinação, a garra e a superação, características da profissão militar, e que contribuíram para o engrandecimento do esporte de alto rendimento no Brasil, destacando o nome do País no cenário internacional e, ainda, garantindo diversas vagas para as Olimpíadas de Tóquio 2020.

Os resultados alcançados pelos atletas do PAAR, neste ano, foram tão expressivos que, no Prêmio Brasil Olímpico, considerado o oscar do esporte brasileiro, organizado, desde 1999, pelo Comitê Olímpico do Brasil, quem recebeu o prêmio de melhor atleta de 2019, na categoria feminina, foi a Sargento da Marinha do Brasil Beatriz Ferreira (boxe) e, na categoria masculina, o Sargento da Força Aérea Brasileira Arthur Nory (ginástica artística), ambos integrantes do Programa Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas.

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Engrenagem de sucesso – O Prêmio Brasil Olímpico, ainda, agraciou os melhores atletas de 2019 por modalidade. Dentre eles, vários outros militares integrantes do PAAR, como Ana Marcela (maratona aquática), Darlan Romani (atletismo), Valéria Kumizaki (karatê), entre outros, que, ao longo do ano, graças a uma engrenagem de sucesso, que une o trabalho conjunto das Forças Armadas com o Comitê Olímpico do Brasil, com o Ministério da Cidadania, com os Clubes aos quais os atletas pertencem e com as Confederações e Federações Esportivas, alcançaram grandes vitórias e fazem parte do Projeto Olímpico Brasileiro.

As conquistas do DDM também foram grandiosas na área dos projetos sociais, que trabalham com a inclusão por meio de atividades esportivas. No dia 5 de novembro, data de comemoração dos 300 dias de governo, o Presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou um decreto que ampliou e fortaleceu o Programa Forças no Esporte (PROFESP) e o Projeto João do Pulo. O ato proporcionará perenidade ao PROFESP, permitindo atender cerca de 40 mil jovens e crianças, em situação de vulnerabilidade social, por meio da ação integrada entre os Ministérios da Defesa, da Cidadania, da Educação e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

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Paralelamente, graças às parcerias com instituições voltadas para a pessoa com deficiência, como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), a Sociedade Pestallozzi e o Instituto Benjamin Constant (IBC), o Projeto João do Pulo, vertente do PROFESP, ganhou nova roupagem, sendo direcionado à sociedade em geral, atingindo a marca de 350 beneficiados nos seus núcleos do projeto piloto, com atividades sócio inclusivas de equoterapia e prática de modalidades de esporte adaptado.

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Dessa forma, com a certeza do valor e da importância da sua contribuição para o desporto nacional, para o resgate de tantas vidas por meio do esporte, e, de forma mais abrangente, para o fortalecimento da soberania nacional, a missão dada foi cumprida com louvor. E, para 2020, ano em que se comemora o centenário da primeira medalha de ouro olímpica brasileira, conquistada pelo então Tenente do Exército Guilherme Paraense, as expectativas por novas conquistas são ainda maiores.

Por Maristella Marszalek

Fotos: Alexandre Loureiro/COB e Alexandre Manfrim/MD

(MD ASCOM/FM)

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