EMCFA comanda o trabalho integrado das Forças Armadas

EMCFA comanda o trabalho integrado das Forças Armadas

O ano de 2019 foi marcado pela atuação do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) do Ministério da Defesa em importantes operações, tais como a Verde Brasil, Amazônia Azul – mar limpo é vida, Moçambique, Brumadinho e Expedicionários da Saúde. Responsável pelo planejamento do emprego conjunto das Forças Armadas e pela assessoria ao Ministro da Defesa na condução de exercícios conjuntos, o EMCFA envolve logística, inteligência e identificação de capacidades.

O Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho, salientou que o ponto alto de 2019 foi o crescimento do EMCFA quanto ao planejamento estratégico-operacional para o emprego conjunto das Forças Armadas. “Isso foi traduzido numa missão real, a Operação Verde Brasil, que combateu focos de incêndio e delitos ambientais na Amazônia Legal”, disse. Nessa operação, foi acionada a estrutura das três Forças Armadas, com a ativação do Centro de Operações Conjuntas, caracterizando a interoperabilidade entre Marinha, Exército e Aeronáutica.

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Em 2018, o conflito na fronteira do Brasil com a Venezuela exigiu a tomada de ações das Forças Armadas. O EMCFA coordena a Operação Acolhida, Força Tarefa Logística Humanitária criada em março de 2018, que assiste e oferece condições dignas aos venezuelanos que ingressam no Brasil. Neste ano, a missão teve continuidade, com foco na interiorização dos imigrantes para diversos estados, onde vão recomeçar suas vidas. A Acolhida conta com mais de 6 mil abrigados e 25 mil pessoas interiorizadas.

O EMCFA também esteve presente na Operação Amazônia Azul, que atua no combate e monitoramento das manchas de óleo no litoral do Nordeste. Diante da complexidade e ineditismo do incidente, a missão demandou planejamento e mobilização das três Forças com o envio de navios, equipamentos e centenas de militares.

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Para 2020, o Chefe do EMCFA enfatiza que será um ano de reestruturação, cujos pilares são a inteligência e a mobilização. “Dentro da área de mobilização, vamos realizar as aquisições de defesa de maneira conjunta. Vamos trabalhar para identificar nossas reservas de guerra, as capacidades e as aquisições que podemos fazer de forma conjunta, visando baratear o custo da compra de materiais e equipamentos de defesa”, afirmou.

Por Mariana Alvarenga

Fotos: Divulgação

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