Forças Armadas realizam 1ª Reunião Regional do Projeto “Cenários de Defesa 2040”

A cidade de Belém-PA sediou, nos dias 3 e 4 de julho, a 1ª Reunião Regional do Projeto “Cenários de Defesa 2040”, organizada pelo Ministério da Defesa e pela Escola Superior de Guerra. O evento ocorreu no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, e contou com a presença de militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de especialistas e autoridades civis de diversos setores de atuação.

Os participantes realizaram coletas de dados e informações que servirão como insumos para o desenvolvimento das Políticas e Estratégia Nacional de Defesa nos próximos 20 anos. O objetivo foi identificar fatos e situações, conjunturais ou estruturais, relacionadas à Defesa do Brasil, cujas possíveis evoluções venham a impactar nas atribuições constitucionais e legais do Ministério da Defesa e das Forças Armadas.

A reunião foi aberta pelo Comandante do 4º Distrito Naval e pelo Comandante Militar do Norte, que destacou a necessidade de dar atenção à importância estratégica da Amazônia para que sejam traçados cenários que poderão ajudar o Brasil como Nação.

O Comandante do 4º Distrito Naval ressaltou a importância da construção do planejamento estratégico e das hipóteses de emprego para defender o País. “Os militares trabalham em cima de um cenário de demanda da sociedade, e estamos aqui para pensar no que o Brasil quer ou onde poderá chegar em 20 anos. Fico feliz em ver representantes de diversas áreas para estabelecerem e reconhecerem a responsabilidade de cada um dos setores nesse cenário nacional”, disse.

O General José Eustáquio Nogueira Guimarães, da Escola Superior de Guerra, coordenou as atividades e apresentou a metodologia para o desenvolvimento dos grupos de trabalhos.

Representante do Ministério da Defesa, o Coronel Eustáquio da Costa Neto iniciou sua palestra provocando o público a pensar quais tendências, as incertezas e os atores que, até 2040, poderão interagir e influenciar o cenário nacional. “A partir deste encontro, poderemos saber quais as ameaças e a capacidade que o País precisa adquirir e desenvolver para saná-las”, disse.

(CCSM/FM)

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