Forte de Copacabana comemora 103 anos de história

Apoiada pela FHE- POUPEX E SindiRefeições-RJ, a Orquestra Violões do Forte de Copacabana investe no futuro profissional de jovens.

Há quatro anos, o estudante Felipe Santos, de 21 anos, não imaginava o impacto que a música teria em sua vida. Morador da comunidade Santa Marta, no Rio de Janeiro (RJ), ele foi selecionado para o projeto social Orquestra Violões do Forte de Copacabana. Apoiada pela Fundação Habitacional do Exército (FHE) e POUPEX, a iniciativa congrega 50 jovens, com idades entre 14 e 25 anos, oriundos de famílias de menor poder aquisitivo. Um dos pré-requisitos para participação é a frequência regular no ensino formal.

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“A partir do momento que entrei no projeto, minha vida se transformou para melhor. Além de proporcionar um ambiente familiar, essa ação social nos estimula a buscar um futuro melhor por meio da educação”, conta Felipe. Além dos ensaios musicais, são oferecidas aulas de harmonia funcional, improvisação, Inglês, português e matemática. Entre concertos e oficinas dedicadas às partituras, Felipe manteve a concentração nos estudos e passou no vestibular para ciências sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

De acordo com a diretora executiva da orquestra, Márcia Melchior, as aulas de reforço em diversas áreas do conhecimento visam a preparar o grupo para prestar concursos, particularmente nas Forças Armadas. As oficinas são ministradas pelo diretor musical Antonio Carlos (da dupla com Jocafi) pelo Saxofonista Daniel Garcia e por integrantes da banda do 1º Batalhão de Guardas do Exército. “Queremos ir além da música. Nosso sonho é nos tornarmos referência na inclusão desses jovens no mercado profissional, para que todos saiam do projeto com a carteira de trabalho assinada”, afirma.

Os ensaios da orquestra ocorrem três vezes por semana no Forte de Copacabana, que funciona como um espaço cultural disseminador da memória histórica do Exército Brasileiro (EB). Além dos violões, há clarineta, flauta transversa, piano, trompete, trombone, fagote, violino e instrumentos de percussão. “Esse projeto é transformador. “A música, aliada ao conhecimento, é o caminho que pode nos levar a diversas oportunidades. Muitas portas e janelas vão se abrir”, sonha o violonista Felipe Santos, já falando sua terceira lingua através do nosso projeto.

“Agradeço aos meus professores Antonio Carlos e Potter, por sempre acreditarem em mim e dedicarem o seu tempo a me ensinar, pois se,m eles eu teria desistido de ser musicista. Muito Obrigada” Geysilane Moreira – Primeiro Lugar como Sargento Músico da Marinha.

(OVFC ASCOM/ FM)

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