Jungmann recebe reconhecimento do setor produtivo de defesa

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, recebeu, na noite da quarta-feira (05), o prêmio “Coronel Joaquim de Souza Mursa”, do Sindicato Nacional das Indústrias de Materiais de Defesa (SIMDE). A distinção leva o nome de um dos pioneiros da indústria brasileira de defesa e homenageia as personalidades da indústria e governos que se destacam em prol do desenvolvimento do setor.

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O ministro Jungmann, em seu agradecimento pelo prêmio, falou sobre as últimas medidas da Defesa, como a linha de crédito internacional que será criada para incrementar os produtos nacionais de defesa e que fortalecerá ainda mais a base industrial. “Vamos entregar tudo aquilo que prometemos em nome de nossa base industrial de defesa”, declarou Jungmann.

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Também foram agracidados, nesta primeira edição do “Coronel Joaquim de Sousa Mursa”, o ex-secretário de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, e o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf, que não pôde comparecer ao evento.

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Também, durante o evento, foi lançado o Guia de Produtos de Interesse de Defesa, publicação que conta com o patrocínio do SIMDE. “Precisamos também atualizar a nossa janela da indústria de defesa”, afirmou Jungmann, após o lançamento do guia.

O Prêmio

O coronel Joaquim de Souza Mursa foi o nome escolhido pelo SIMDE para distinguir as personalidades que se destacam na área de defesa e segurança.

O militar foi designado, em 1865, diretor da Real Fábrica de Ferro São João de Ipanema, primeira metalurgia brasileira. Criada por D. João VI no início do século XIX, a fábrica era destinada a produção de munições de diversos calibres, armas brancas, além de ferro fundido e outros apetrechos e foi a primeira instalação industrial a produzir material de defesa no Brasil.

Mursa assumiu a fábrica às vésperas do início da Guerra da Tríplice Aliança. Entre as inovações implementadas pelo coronel está a redução do tempo na produção de ferro, que passou de 48 horas para apenas 8 horas de trabalho, com a adoção de novos fornos e máquinas. Além das obras de expansão e modernização da fábrica.

Foto: Tereza Sobreira

(MD ASCOM/ FM)

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