Militares distribuem cestas básicas em municípios atingidos pelas enchentes no RJ

Militares distribuem cestas básicas em municípios atingidos pelas enchentes no RJ

Os militares da Marinha do Brasil seguem prestando auxílio aos municípios do noroeste e norte do Rio de Janeiro afetados pelas fortes chuvas. Com os temporais, o rio Muriaé, em Campo dos Goytacazes, transbordou, invadindo residências, destruindo a pavimentação das ruas e interrompendo o abastecimento de água e alimento em diversos municípios.
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Diante do grande número de desabrigados e desalojados, desde terça-feira (28) militares da Marinha distribuem água potável e cestas básicas, que chegam às localidades transportadas em helicópteros da Força. Além disso, os militares estão reabrindo estradas para possibilitar o acesso ao interior dos municípios afetados. O Comandante Alexandre Tunala lidera a Tropa de Fuzileiros Navais que atua na região. Ele explica que a Marinha trabalha juntamente com autoridades locais, integrantes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

“Estamos atuando em todos os municípios, não somente naqueles que foram inicialmente solicitados pelo governo, mas também em outros onde foram identificadas emergências. E assim, levamos um alento à população que foi atingida pelas chuvas nos últimos dias”, explica.

O Secretário de Defesa Civil do Estado do Rio de Janeiro e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, Coronel Roberto Robaney Júnior, agradeceu a ajuda do Ministério da Defesa aos nove estados assolados pelas chuvas. “Esse apoio das Forças Armadas, reconstruindo vidas, levando socorro e ajuda humanitária às pessoas ilhadas foi fundamental nesse início da resposta ao desastre”, conclui.

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Morador do município de Cardoso Moreira (RJ), o agricultor Rosiney Nunes, foi uma das vítimas dos temporais. Ele conta que a população sofreu muito com as cheias do Rio Muriaé ocasionadas pelos temporais.

“É muito triste você ver a água entrando em sua casa, destruindo móveis e bens. Aqui não conhecíamos muito o que eram os Fuzileiros Navais. Aí vimos os caminhões, embarcações e soubemos que era a Marinha realizando atendimento”, relata.

Rosiney diz que a rua onde mora ficou destruída, com muita lama e objetos arrastados pelas enchentes. Ele assegura que se não fosse a Marinha, o Corpo de Bombeiros e a prefeitura, que agora segue realizando a limpeza e prestando apoio aos desabrigados, a tragédia seria bem pior.

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Por Mariana Alvarenga
Fotos: Marinha do Brasil
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