Ministro da Defesa confere instalações do Colégio Militar de São Paulo

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, esteve, nesta quarta-feira (13), nas futuras instalações do Colégio Militar de São Paulo (CMSP). Durante a visita, o ministro foi apresentado à primeira equipe de professores selecionada para lecionar no novo colégio. “Vocês terão uma responsabilidade enorme pela frente”, disse, dirigindo-se aos docentes.

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O campus definitivo do CMSP será construído em área do Campo de Marte, no bairro de Santana, Zona Norte de São Paulo. Apesar de as obras de construção estarem previstas para serem concluídas no fim de 2022, as primeiras aulas ocorrerão a partir de fevereiro de 2020 em outra localidade. As primeiras turmas do ensino fundamental funcionarão provisoriamente no prédio do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR), também localizado no bairro de Santana. Para isso, algumas adaptações nas instalações estão sendo feitas para abrigar tanto os alunos do CPOR, quanto os do CMSP.

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Quando as primeiras turmas, que terão entrado no ensino fundamental em 2020, chegarem ao ensino médio, o que deve ocorrer em 2023, a previsão é de que as obras no Campo de Marte estejam prontas para abrigar todos os alunos da instituição de ensino.

Estrutura

O Colégio Militar de São Paulo contará com dois pavilhões de salas de aula, um para o ensino fundamental e outro para o ensino médio. Serão construídos campo de futebol com pista de atletismo e arquibancada para 800 pessoas, parque aquático, ginásio de esportes, auditório com capacidade para 300 pessoas, salas de judô e esgrima, refeitório e pátio de formatura.

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O Sistema Colégio Militar do Brasil é formado por 13 escolas, que oferecem ensino fundamental e o ensino médio. Esses estabelecimentos de ensino, distribuídos em diversas unidades da Federação, propiciam educação para aproximadamente 15 mil jovens. O ingresso nos colégios militares dá-se por concursos públicos realizados anualmente para o 6º ano do ensino fundamental e para a 1ª série do ensino médio. Dependentes de militares que sofrem os reflexos das obrigações profissionais dos pais, em razão das peculiaridades da carreira – como transferências de cidades – e que se encaixem em critérios previstos em regulamento, também têm direito a ingressar em colégio militar.

Por Pedro Sardinha

Fotos: Alexandre Manfrim

(MD ASCOM/FM)

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