Ministro da Defesa preside cerimônia de juramento à Bandeira e entrega de Espadins na Escola Naval

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, presidiu a cerimônia de juramento à Bandeira e entrega de Espadins, no sábado (8) na Escola Naval (EN), no Rio de Janeiro.

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Em discurso, o ministro ressaltou as peculiaridades da carreira militar. “A singradura que iniciaram apenas começou. Será uma longa jornada, cansativa e com muitos obstáculos ao longo do caminho. Haverá também muitos momentos de alegria, conquistas e realizações”, disse.

Em seguida, deixou uma mensagem para os aspirantes da Escola Naval, futuros Comandantes. “Dediquem-se especialmente ao estudo e à prática da liderança. O Brasil precisa de líderes. Os valores morais e éticos que aqui se cultuam devem nortear as suas ações e decisões. Sejam os líderes que o Brasil espera que sejam”.

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No total, 209 Aspirantes da turma “Patriarca da Independência” prestaram juramento à Bandeira Nacional e receberam o Espadim. Desses militares, nove são mulheres e seis estrangeiros, oriundos da Bolívia, de Cabo Verde, de Camarões e de Senegal.

Após período de adaptação à EN, em que foram submetidos à intensa preparação militar-naval inicial, os alunos do primeiro ano tiveram seus esforços recompensados ao receberem o almejado Espadim, símbolo do Aspirante.

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Primeira Instituição de Ensino Superior do Brasil

A Escola Naval, instituição de ensino superior mais antiga do Brasil, tem por propósito formar Oficiais da Marinha do Brasil para os Corpos da Armada, de Fuzileiros Navais e de Intendentes, possuindo, atualmente, um efetivo de 822 Aspirantes.

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O ensino ministrado na EN acompanha a evolução tecnológica no desenvolvimento de seus cursos e busca alcançar o melhor desempenho técnico-profissional dos futuros oficiais da Marinha, tanto a bordo dos navios como nas demais Organizações Militares.

Além da formação militar-naval inerente à carreira, a Escola Naval, por meio do desenvolvimento de atividades complementares, aprimora os aspectos físico, cívico e cultural. Dessa forma, assegura que os oficiais estejam plenamente preparados para exercer as funções a eles atribuídas.

Por Capitão-Tenente Fabrício Costa

Fotos: Tereza Sobreira

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