Normatização do Atendimento Pré-Hospitalar Tático é proposta durante I Simpósio de Medicina Tática do MD

Os participantes do I Simpósio de Medicina Tática do Ministério da Defesa (MD), realizado entre os dias 26 e 29 de setembro, na Escola Superior de Guerra (ESG), no Rio de Janeiro (RJ), elaboraram as propostas de criação de Portaria Ministerial para normatizar o Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APHT) e sugeriram a exigência de um currículo nacional mínimo para a capacitação em APHT.

As propostas serão encaminhadas para a Chefia de Logística e Mobilização (CHELOG), do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) para formulação. Em seguida, passarão por uma avaliação jurídica para posterior publicação.

O Simpósio foi realizado com objetivo de promover o debate sobre Atendimento Pré-Hospitalar Tático, em situações de conflitos, como Garantia da Lei da Ordem (GLO), desastres, operações de ajuda humanitária e em missões de paz, além de propor a normatização do tema. Foram promovidas ainda palestras e debates para nivelar o conhecimento dos participantes e grupos de trabalho se organizaram para formular as propostas normativas.

Encerramento

O chefe de Logística e Mobilização do Ministério da Defesa, almirante Leonardo Puntel, encerrou o evento e destacou a importância da troca de experiências entre os profissionais de saúde. “O Simpósio proporcionou um conhecimento interpessoal. Conhecendo as pessoas dos diversos hospitais de campanha das Forças e centros de medicina operativa. Isso realmente traz uma sinergia logística da área de saúde, principalmente da medicina tática que é um tema muito atual e importante”, afirmou Puntel.

Ao destacar a medicina tática, o almirante citou também a relevância do assunto num momento em que as Forças Armadas participam de Operações de Paz, como tropa ou como observadores em diversos países, tais como Haiti e Líbano. “Acidentes podem acontecer até mesmo em exercícios e adestramentos e o militar próximo ao acidentado pode ter uma parcela significativa para o salvamento de vidas humanas”, finalizou.

Além de representantes das Forças Armadas, participaram do Simpósio membros do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (CREMERJ), do Conselho Regional de Enfermagem (COREN-RJ), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (RJ).

Fotos: Ministério da Defesa/Divulgação

((MD ASCOM/FM)

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