Representante da Marinha na Subchefia de Inteligência de Defesa participa da III COMBIFRON

Representante da Marinha na Subchefia de Inteligência de Defesa participa da III COMBIFRON

De acordo com o Plano Binacional de Segurança Fronteiriça e em consonância com a Carta de Compromisso para a Criação da Comissão Binacional Fronteiriça (COMBIFRON), firmada entre os Ministérios da Defesa, da Justiça e das Relações Exteriores do Brasil e o Ministério da Defesa Nacional da Colômbia, foi realizada na cidade de Bogotá, Colômbia, entre os dias 1 e 4 de setembro, a terceira reunião ordinária da COMBIFRON BRASIL-COLÔMBIA.

Participantes da III COMBIFRON
Participantes da III COMBIFRON

As reuniões são realizadas anualmente, com revezamento do local de ocorrência entre os países componentes, tendo como propósito principal o de fortalecer a cooperação e fomentar o intercâmbio Binacional nos campos da inteligência e ações que visem à articulação interna de cada país para o desenvolvimento de tarefas a serem conduzidas por seus representantes militares, organismos civis e pela diplomacia.

Para a III COMBIFRON BRASIL-COLÔMBIA, o Brasil foi representado pela Subchefia de Inteligência de Defesa, da Chefia de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que é o Presidente da parte brasileira, por Oficiais da Marinha, Exército e Aeronáutica, pelo Adido da Polícia Federal, da Agência Brasileira de Inteligência e por representante da Embaixada brasileira, estes radicados na Colômbia, além da participação como convidado especial do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), do Ministério da Fazenda.

Assim, em seu pronunciamento de abertura da parte brasileira, o Contra-Almirante (FN) José Luiz Corrêa da Silva destacou a importância desse mecanismo de cooperação binacional para auxiliar no combate silencioso e eficaz às ameaças antigas ou novas, ainda que conhecidas, mas, em especial ao enfrentamento de nossas Forças Militares e Policiais às novas e difusas modalidades de crimes transfronteiriços, sejam elas movidas por organizações criminosas convencionais, sejam motivadas por novas faces de imposição do terror às nossas respectivas populações, povos, nações e Estados.

(CCSM/ FM)

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